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	<title>Primeiro Plano 2009 - Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades</title>
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		<title>Primeiro Plano 2009 encerra com premiação de 11 curtas diferentes</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Primeiro Plano 2009 – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades encerrou-se com sucesso. A sala de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1242 alignleft" title="sabado-14" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/sabado-14.jpg" alt="sabado-14" width="533" height="400" />O Primeiro Plano 2009 – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades encerrou-se com sucesso. A sala de cinema esteve lotada, num clima emocionante e surpreendente. A Sessão de Premiação aconteceu no Palace, às 21h, e foi seguida de confraternização a partir das 23h.</p>
<p>No início da Sessão de Premiação, foram exibidos os curtas ganhadores de Melhor Filme e Melhor Filme pelo Juri Popular, em 2008: “Os Sapatos de Aristeu”, de René Guerra e “Os filmes que não fiz”, de Gilberto Scarpa. Também foi exibido o vídeo produzido, na semana do Festival, pelos alunos das Oficinas Querô, intitulado “?”.  Em seguida foram apresentados os vencedores do Festival 2009  pela  Profa. e apresentadora Christina Musse .</p>
<p>A Mostra Competitiva Nacional 2009 teve como jurados René Guerra, Gilberto Scarpa, Rosângela Sodré e Carolina Alvarez. O grupo se reuniu diariamente durante a semana para discutir os filmes exibidos.</p>
<p>Para a argentina Carolina, houve uma grande variedade de temas e recursos nos trabalhos. &#8220;Por ser o primeiro curta, eu vejo muita qualidade&#8221;, afirma ela. Rosângela elogia os debates e o trabalho da comissão de seleção dos filmes exibidos, pela excelência e variedade dos curtas. &#8220;Me marcou o depoimento da diretora de &#8220;Elétrico Jardim da Escuridão&#8221;, quando ela fala de um momento muito pessoal e compartilha a carta em vídeo que fez para o namorado&#8221;, conta a jurada.</p>
<p>O jurado Guerra aponta como é enriquecedor participar de uma equipe com jurados que tem pontos de vista diferentes. &#8220;Tentamos encontrar um filme com mais personalidade, que o olhar do diretor seja mais claro, o início do caminho do encontro com cada olhar&#8221;, afirma ele sobre a busca de premiar a singularidade de um diretor. &#8220;Vai ser muito difícil escolher&#8221;, conta Gilberto Scarpa, dia antes do encerramento.</p>
<p>Elétrico jardim da escuridão”, de Mariana Campos, recebeu o prêmio <strong>Melhor Primeiro Plano</strong>. A diretora de “Elétrico Jardim da Escuridão”, também ficou surpresa ao receber a <strong>Menção Honrosa Nacional</strong>. Ela, que gostou da justificativa da premiação, admite: “Sempre achei que premiação não fosse importante, mas agora que ganhei vi que é muito bom. É muito importante para o filme. Comecei a ver premiação  de uma outra forma”.<img class="alignright size-medium wp-image-1240" title="sabado-11" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/sabado-11-300x225.jpg" alt="sabado-11" width="300" height="225" /></p>
<p>O prêmio de <strong>Melhor Filme</strong> foi dividido entre os curtas “Sobe, Sofia”, de André  Mielnik e “Sobre um dia qualquer”, de Leonardo Remor. Sobre a premiação, Remor declara:“O filme já tem um ano e está na hora de fazer outro. É muito bom ter esse incentivo, a gente sente que está no caminho certo”. Mielnik passou a semana acompanhando o Festival, mas não esteve presente na premiação por estar participando de um outro festival no Rio de Janeiro, no mesmo dia.</p>
<p><strong>Melhor Atriz</strong> foi destinado à atriz Julia Stockler, de “Sobe, Sofia”. “Sobre um dia qualquer” também recebeu mais de um prêmio: a <strong>Melhor Direção de Arte</strong>, feita por Guilherme Pacheco.</p>
<p>O curta-metragem “Cortejo Negro” recebeu os prêmios <strong>Melhor Diretor,</strong> com Diego Muller,<strong> Melhor ator</strong>, com Rafael Sieg, e <strong>Melhor Fotografia</strong>, de Fernando Vanelli. O diretor Muller esteve presente e declarou: “É muito bom participar de um festival que exibe o primeiro trabalho dos realizadores”. Sobre ter recebido três prêmios, ele diz: “Foi importante porque depois de Gramado ele veio e passou por um teste. E se saiu bem. Serviu também para dizer que os outros prêmios que o filme ganhou não estavam equivocados”.</p>
<p>A Mostra Competitiva Nacional tem 13 categorias de premiação.</p>
<p>Para<strong> Melhor Roteiro,</strong> “Como comer um elefante”, de Jansen Raveira.<img class="alignleft size-medium wp-image-1238" title="Sábado-46" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/Sábado-46-300x225.jpg" alt="Sábado-46" width="300" height="225" /></p>
<p>Para<strong> Melhor Concepção Sonora,</strong> “A vermelha luz do bandido”, de Pedro Jorge.</p>
<p>Para<strong> Melhor Trilha Sonora</strong>, “Menino Aranha”, de Mariana Lacerda.</p>
<p>Para<strong> Melhor Montagem</strong>, “Laurita”, feita por Alexandre Taira.</p>
<p>Para<strong> Prêmio especial do Júri</strong>, “Minha Tia, Meu Primo”, de Douglas Soares.</p>
<p>Para<strong> Melhor Filme da Mostra Nacional pelo Júri Popular</strong>, Calando Lengo &#8211; Morte e Vida sem ver Água, de Fernando Miller.</p>
<p>A Mostra Competitiva Regional 2009 teve como jurados Eduardo Leão, Gustavo Burla e Rogério Terra. De acordo com Terra, os critérios de avaliação perpassam a criatividade, o empenho da produção e a qualidade técnica, que envolve fotografia, edição, etc. O jurado Eduardo Leão acredita que “Juiz de Fora tem uma qualidade que não deixa a desejar diante de nenhuma produção cinematográfica do Brasil”. Gustavo Burla, por sua vez destaca a importância de um prêmio que incentiva financeiramente a produção cinematográfica: “Arte não se faz só de criatividade, arte também se faz com dinheiro”.</p>
<p>Sobre a importância do Incentivo Primeiro Plano, Terra afirma que “é de grande dificuldade para quem está começando dar um salto da produção de vídeo para a película” e acrescenta: “é surpreendente como a qualidade técnica e criativa evoluiu desde a primeira edição do festival”.” Ano a ano é perceptível a evolução da produção regional”<img class="alignright size-medium wp-image-1237" title="Sábado-23" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/Sábado-23-300x225.jpg" alt="Sábado-23" width="300" height="225" /></p>
<p>O <strong>Prêmio Incentivo Primeiro Plano</strong> foi dado à diretora Mariana Musse, pelo filme “Firma”. “Fiquei muito feliz, muito emocionado e honrado de ter sido reconhecido  tanto pelo público quanto pelo juri”, declara o diretor de fotografia, Tomyo, que recebeu o prêmio na ausência da diretora. “Ter essa chance de fazer um filme é um incentivo para a gente que corre atrás. Porque idéia a gente tem, mas falta o incentivo”, diz ele. O curta ganhou também na categoria de <strong>Melhor Vídeo Regional – Juri Popular</strong>.</p>
<p>O <strong>Prêmio José Sette</strong>, escolhido por um júri diferente, é um incentivo moral. O vencedor foi o curta “Pé na Estrada”, de Teo Pasquini e Lorena Matheus. O prêmio consiste num incentivo moral. Eles receberam uma cachaça, um charuto cubano que o Marcos Pimentel mandou por Sedex de Cuba, R$ 10,00, um vale de R$10 para a Banca do Vasco, um livro de Rogério Terra.</p>
<p>O jurado Gilberto Scarpa foi cosiderado <strong>“Personalidade Primeiro Plano 2009, </strong>além de ter recebido o <strong>Prêmio Pitú.</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1239" title="Sábado-69" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/Sábado-69-300x225.jpg" alt="Sábado-69" width="300" height="225" />A cerimônia de encerramento contou ainda com a exibição de “Hotxuá”, de Letícia Sabatella e Gringo Cárdia. O Primeiro Plano encerra com sucesso a edição de 2009 e prova que outros caminhos podem dar certo. Com esforço e dedicação da equipe organizadora, a luta para se realizar o Festival foi alcançada com reconhecimento de todos aqueles que prestigiam a sétima arte.</p>
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		<title>Oficinas contribuem para a formação dos alunos</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<div id="attachment_1236" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><p class="wp-caption-text">Rodrigo de Oliveira, responsável pela Oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>A Oficina de Crítica Cinematográfica termina neste sábado, 31. Ministrada por Rodrigo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1236" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1236" title="Sexta Feira-6" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/Sexta-Feira-6-300x225.jpg" alt="Rodrigo de Oliveira, responsável pela Oficina de Crítica Cinematográfica" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Rodrigo de Oliveira, responsável pela Oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>A Oficina de Crítica Cinematográfica termina neste sábado, 31. Ministrada por Rodrigo de Oliveira, Os integrantes são incentivados a assistirem todas as mostras do Primeiro Plano e, depois, produzirem uma crítica para o dia seguinte. Após a oficina, aconteciam os debates com os realizadores da Mostra Nacional, às 12h, onde os participantes deveriam estar presentes.</p>
<p>A maioria dos integrantes das oficinas é estudante ou pós-graduado, geralmente em Comunicação . São, sobretudo, pessoas interessadas no olhar sobre o cinema. Para a participante Júlia Fernandes, 22, a oficina desperta uma outra visão que as pessoas não tinham. “A gente conseguiu olhar os filmes de maneira diferente”, conta ela.</p>
<p>Flávia é assistente de oficina e dá suporte técnico.  O objetivo, como ela conta, e “ampliar a discussão sobre cinema. O Rodrigo coloca questões muito interessantes, do autor, do público e do critico diante disso tudo.”</p>
<div id="attachment_1234" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1234" title="sexta-feira-5" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/sexta-feira-5-300x225.jpg" alt="Participantes da Oficina de Crítica Cinematográfica" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Participantes da Oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>Para garantir o certificado, os integrantes devem participar de, no mínimo, três encontros, além de se comprometerem com o trabalho prático de aplicar o novo olhar diferenciado em produções textuais sobre os filmes exibidos na Mostra Nacional.</p>
<p>As críticas produzidas na Oficina estão disponíveis no <a href="http://primeiroplanojf.wordpress.com/">blog </a>do Primeiro Plano.</p>
<p>A Oficina de Audiovisual, por sua vez, também é um dos eventos paralelos mais tradicionais do Primeiro Plano.Fruto do projeto de âmbito nacional &#8220;Oficinas Querô &#8211; Empreendedorismo e Cidadania através do Cinema&#8221;.</p>
<div id="attachment_1243" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1243" title="sabado-39" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/sabado-39-300x225.jpg" alt="Érika e Elideis, da Oficina Querô" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Érika e Elideis, da Oficina Querô</p></div>
<p>A parceria Oficinas Querô e Primeiro Plano existe desde 2007, antes como oficinas de produção. A novidade deste ano é a realização de um curta-metragem pelos jovens participantes, muitos dos quais participaram dos anos anteriores. A oficina é ministrada por Érica Rodrigues e Edileis Novaes da cidade de Santos-SP, onde nasceu o projeto.</p>
<p>&#8220;O objetivo é que eles conheçam e saibam que é uma ferramenta disponível&#8221;, diz Érika sobre a inserção do audiovisual na vida dos jovens carentes. Ela também aponta a importância de formar um grupo entre esses jovens juizforanos, que pode existir além dessa semana do Festival, e,  futuramente, pode apresentar seus trabalhos na Mostra Competitiva Regional.a de</p>
<div id="attachment_1244" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1244" title="sabado-40" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/sabado-40-300x225.jpg" alt="Ísis, Juliano e Rafael, participantes da Oficina de Audiovisual" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Ísis, Juliano e Rafael, participantes da Oficina de Audiovisual</p></div>
<p>Ísis Reis, 17 anos, participa da Oficina de Audiovisual pela terceira vez e já trabalhou com roteiro e produção no projeto da Fábrica do Futuro. Juliano Cássio, 20, participa pela segunda vez, gosta de atuar e faz teatro há pouco mais de um ano. Também não é a primeira vez que Rafael M., 21, faz parte da equipe da Oficina Querô. Ele conta que a história do curta foca diferentes tribos urbanas que se encontram nas ruas e, que, apesar de distintas, possuem algo em comum: a dúvida, representada pelo saco na cabeça dos personagens.<div id="attachment_1245" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1245" title="Sexta Feira-35" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/11/Sexta-Feira-35-300x225.jpg" alt="Juliano e Ísis, [participantes" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Juliano e Ísis, [participantes</p></div></p>
<p>Este ano a oficina iniciou-se na terça-feira, 27, dia destinado à produção do roteiro. No encontro de quarta, 28,  foi concluído o roteiro e apresentada algumas noções de produção. Quinta, 29, diferentes ruas de Juiz de Fora serviram de locação para as filmagens. Sexta, 30, a gravação foi concluída e a edição do curta iniciada.</p>
<p>O produto final, intitulaco &#8220;?&#8221;, foi exibido no encerramento, neste sábado, 31, no Cinearte Palace. Para Edileis, &#8220;É de grande valia essa troca com os jovens, porque a gente aprende muito com eles também.</p>
<p>Para conhecer mais sobre o projeto Querô, acesse: www.oficinasquero.org</p>
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		<title>Confira a conversa com o diretor Martin Viaggio de &#8220;Para quem você ligaria?&#8221;</title>
		<link>http://www.primeiroplano.art.br/destaques/confira-a-conversa-com-o-diretor-martin-viaggio-de-para-quem-voce-ligaria</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 14:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#8220;Para quem você ligaria?&#8221;, de Martin Viaggio, exibe-se na oitava edição do Festival como resultado da proposta do Primeiro Plano&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Para quem você ligaria?&#8221;, de Martin Viaggio, exibe-se na oitava edição do Festival como resultado da proposta do Primeiro Plano de integração com as Mercocidades.  O filme argentino foi exibido na Pré-estreia de Longa-Metragens, nesta sexta, 30.</p>
<p>A equipe de realização do filme não pôde estar presente, mas o diretor Martin Viaggio nos concedeu uma entrevista por e-mail.</p>
<p><strong style="color: #c52727;">- Qual a expectativa em exibir &#8221; Para quem você ligaria?&#8221;?</strong></p>
<p>Nossa expectativa é de que nosso filme seja vista pelo público brasileiro, já que este é um país que produz filmes de grande qualidade técnica e artística. Para nós é um desafío aceder a um mercado diferente ao nosso, concom espectadores com sensibilidades particulares e gostos próprios.</p>
<p><strong style="color: #c52727;">- Como foi o processo de produção de seu longa-metragem no contexto de crise financeira?<br />
</strong></p>
<p>O filme foi rodado integramente na Argentina. Exceto o ator protagonista, Roberto Birindelli, que trabalha no mercado  brasileiro e vive no Rio de Janeiro, todos os outros atores e  locaçoes são “porteñas”. O filme se realizou com o apoio do Instituto de Cinematografia de Argentina, e  sua escala é low-budget. Foi rodado em 16 dias.</p>
<p style="color: #c52727;">
<strong>- Quais os diferenciais desse longa-metragem? O que o público pode esperar desse filme?</strong></p>
<p>Nos disseram que nosso filme é “diferente” do que se produz no Brasil, já que é un filme com pouca ação, que conta a história de um homem urbano de classe média na metade da vida, em crise consigo mesmo, com problemas afetivos, um  homem que se olha no “espelho” que é seu pai, e que, ao mesmo tempo, tem a responsabilidade de transmitir suas “idéias” sobre o mundo, o amor, os afetos, a seu próprio filho.<br />
O  filme é quase um solilóquio deste homem, uma sucessão de diálogos e situaçoes quotidianas que vão narrando sua crise. Sua maneira de falar, de relacionar-se com o entorno, seu humor negro, sua ironía, decepção e  desconsolo, o fazem um personagem que, conforme ouvi de vocês brasileiro, é um tipico “porteño”, quase “tanguero” (personagem do tango). Nós não fomos conscientes desta particularidade, é algo que descobrimos a partir dos comentários do público brasileiro, e nos surpreendeu muito esse olhar sobre o filme.<br />
Ao mesmo tempo, a problemática do personagem é universal, e nele  qualquer espectador do mundo pode ver reflexadas suas próprias dúvidas e conflitos.<br />
Nós lhes oferecemos nosso filme com humildade e alegria, esperando que voces desfrutem de uma história narrada de uma maneira um pouco diferente a que estão acostumados.<br />
E que quando saiam da sala de cinema o façam com um sorriso, quem sabe um pouco comovidos, perguntando-se a si mesmos se, se pasasse algo na rua, os colocassem em uma ambulância, e o médico lhes perguntasse a quem ligar, a quem ligariam?</p>
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		<title>Temperos da Sétima Arte propõe o “Fim da Supremacia da Pipoca”</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O tema “Outros Caminhos” do Festival Primeiro Plano não está presente somente nas exibições, mas também no projeto “Temperos da&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema “Outros Caminhos” do Festival Primeiro Plano não está presente somente nas exibições, mas também no projeto “Temperos da Sétima Arte”. Pelo terceiro ano consecutivo, o portal gastronômico Cardápios JF e o Primeiro Plano &#8211; Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades promovem o “Temperos da Sétima Arte”. A ideia deste ano é seguir a temática do Festival e propor novos caminhos na gastronomia relacionada à sessão de cinema. Será possível colocar um fim na supremacia da pipoca?</p>
<p>A tarefa não é fácil já que a pipoca, como símbolo, faz parte do ritual do cinema. Mas será que todo mundo come a pipoca porque gosta ou é porque não tem outra opção? O desafio de substituir o grão foi sugerido a sete estabelecimentos, que criaram novas opções e disponibilizaram as receitas no cardapiosjf.com.br. A brincadeira é de abrir o apetite e serve para inovar na hora da sessão de cinema em casa.</p>
<p>Cada sugestão foi batizada com nomes inspirados no universo cinematográfico. Confira os lugares participantes e a nova opção do cardápio:</p>
<p>A TERCEIRA MARGEM: Divã</p>
<p>CERVEJARIA BARBANTE: Buena Vista</p>
<p>MABRUK: Ali Baba</p>
<p>MARY MILK: Mary Scooby</p>
<p>MR. TUGAS: Salve geral</p>
<p>NÉCTAR: Spaghetti alla Putanesca</p>
<p>PICANHA, PIMENTA e PINGA: Pulp Fiction</p>
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		<title>João Lanterninha diverte as crianças na Sessão Escola</title>
		<link>http://www.primeiroplano.art.br/destaques/joao-lanterninha-diverte-as-criancas-na-sessao-escola</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<div id="attachment_1222" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><p class="wp-caption-text">Sessão Escola</p></div>
<p>Visto de trás o cinema parece vazio. Se não fossem os gritos e as risadas, ninguém saberia que a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1222" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1222" title="Quarta feira-17" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quarta-feira-17-300x225.jpg" alt="Sessão Escola" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Sessão Escola</p></div>
<p>Visto de trás o cinema parece vazio. Se não fossem os gritos e as risadas, ninguém saberia que a sala de cinema estava repleta de crianças. Depois de os alunos terem sido preparados e estimulados na semana anterior, com a visita do Primeiro Plano em suas respectivas escolas, agora elas é que visitam o festival.</p>
<p>Acompanhadas de suas professoras, as crianças chegam ao cinema com muita alegria, recebem pipoca e se deparam com João Lanterninha. O personagem é um zumbi, vindo da década de 40. Numa primeira impressão, as crianças se assustam com a figura, mas logo ele se torna motivo de brincadeira e diversão.</p>
<div id="attachment_1221" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1221" title="Quarta feira-1" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quarta-feira-1-300x225.jpg" alt="Carlos Figueiredo, ator que representa &quot;João Lanterninha&quot;" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Carlos Figueiredo, ator que representa &quot;João Lanterninha&quot;</p></div>
<p>João Lanterninha, mascote do Primeiro Plano, faz referência ao cineasta juiz-forano João Carriço. Idealizado não somente para dinamizar a integração com as crianças ou para cumprir a função de mascote, mas também a fim de valorizar a cultura cinematográfica de Juiz de Fora, através da homenagem. Em 2006, foi criado pela coordenadora da Sessão Escola Patrícia Almeida e pela atriz e assistente social Lígia Brasil.</p>
<p>Patrícia Almeida, coordenadora da Sessão Escola, planeja adaptar o personagem João Lanterninha às histórias em quadrinho, projeto de sua Pós-Graduação, que estuda a linguagem cinematográfica associada à educação. Na história em quadrinhos, o pai do protagonista adorava assistir aos filmes de João Carriço, por isso o nome dado ao filho em homenagem ao ídolo cinematográfico. A história é não-linear, repleta de flashbacks, e já tem um plano piloto.</p>
<div id="attachment_1223" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-1223" title="Quarta feira-10" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quarta-feira-10-225x300.jpg" alt="&quot;João Lanterninha&quot; e as crianças" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">&quot;João Lanterninha&quot; e as crianças</p></div>
<p>A integração com as crianças é feita predominantemente através de mímicas. Durante a sessão do filme &#8220;O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes&#8221;, de Rafael Ribas e Walbercy Ribas, sua função é a da extinta profissão de lanterninha. Cada ano um ator diferente, que tem experiência com público, interpreta o personagem. Nos anos anteriores, os atores convidados foram Lígia Brasil, Paulo Henrique, Ivonete Neves e Guilherme Gravina.</p>
<p>Em 2009, foi a vez de Carlos Figueiredo, que fala, no vídeo a seguir, sobre a experiência com as crianças.</p>
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		<title>Pré-estreia de “Mistéryos” agrada platéia</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 14:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O longa-metragem “Mistéryos”, de Beto Carminatti e Pedro Merege, foi exibido na quinta-feira, 29, na “Pré-estreia de Longas-Metragens”. O filme,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem “Mistéryos”, de Beto Carminatti e Pedro Merege, foi exibido na quinta-feira, 29, na “Pré-estreia de Longas-Metragens”. O filme, cujo roteiro é uma adaptação de Almiro Valêncio, tem uma narrativa diferenciada e filosófica, com um tempo não linear.</p>
<div id="attachment_1228" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1228" title="Quinta Feira-25" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-25-300x225.jpg" alt="Pedro Merege, Um dos diretores de &quot;Mistéryos&quot;" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Pedro Merege, Um dos diretores de &quot;Mistéryos&quot;</p></div>
<p>“É um filme que não passa despercebido e fica na memória das pessoas”, diz o diretor Merege, ao considerar o filme diferente do que tem sido feito no cinema brasileiro. Apesar de ser considerado inclassificável por Merege, o diretor sugere dizer que é uma aventura poética.</p>
<p>As influências dos diretores são múltiplas e se fluem na realização do longa, que tem inúmeras referências e dialoga com diferentes gêneros. “Eu mesmo, como diretor, a cada vez que assisto, encontro um elo diferente que nem percebia”, conta Merege.</p>
<p>Para Pedro Nogueira, que compareceu à pré-estreia, “Mistéryos” faz uma metáfora da vida, “em que estamos diante de uma porta e não sabemos se enfrentamos ou não o desconhecido.” O professor de cinema Alfredo Suppia,  elogiou a fotografia, que considera bem feita, e o texto, que achou interessante. Para ele, o longa “segue a tendência atual de misturar ficção e realidade”.</p>
<p>Confira a entrevista com os diretores:</p>
<p style="color: #c52727;"><strong>- Qual suas expectativas em exibir &#8220;Mysterios&#8221; no Primeiro Plano?</strong></p>
<p><em>O que há de melhor quando se faz um filme, é ver o filme ser exibido, o filme tem sido bem recebido nos festivais pelos quais tem passado. Nos sentimos muito felizes por poder estar com nosso filme em Juiz de Fora, e na companhia importante dos demais filmes que estão participando.</em></p>
<p><strong style="color: #c52727;">- Como foi o processo de produção de seu longa-metragem, no contexto atual brasileiro?</strong></p>
<p><em>Nosso filme foi realizado graças a um prêmio do Estado do Paraná para produção de longa de baixo orçamento, nosso estado fica fora do eixo tradicional das produções, nós resolvemos também fazer um filme esteticamente &#8220;fora dos eixos&#8221;, escolhendo adaptar um autor &#8220;fora do eixo&#8221;, e filmando de modo a contrariar a corrente, quando todos atendem ao canto de sereia do digital, rodamos em película 35 mm, janela 2.40 e lentes anamórficas.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><strong style="color: #c52727;">- Quais os diferenciais desse longa-metragem? O que o público pode esperar desse filme?</strong></p>
<p><em>É um filme muito diferente do que se vem fazendo no cinema brasileiro, tem algumas ousadias narrativas, é plasticamente muito bonito, técnicamente extremamente bem realizado, e o público deve sair com uma série de interrogações. A cada vez que se assiste a este filme, mais interrogações surgem. </em></p>
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		<title>Promoção Primeiro Plano 4</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 02:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Participe da Promoção Primeiro Plano, respondendo à seguinte pergunta:</p>
<p style="font-size: 16px; color: #c52727;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 16px;">- </span></span>Quem voce acha que vai ser o grande premiado do festival&#8230;</strong></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participe da Promoção Primeiro Plano, respondendo à seguinte pergunta:</p>
<p style="font-size: 16px; color: #c52727;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 16px;">- </span></span>Quem voce acha que vai ser o grande premiado do festival (categoria “Melhor Filme” da Mostra Competitiva Nacional)?</strong></p>
<p style="font-size: 14px; color: #c52727;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span>O primeiro internauta que responder corretamente a pergunta ganha um kit composto de DVD, camiseta, bolsa, ímã de 2009, ímã com a logo do Festival, chaveiro, e catálogo.<strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span></strong></strong></p>
<p>Regulamento:</p>
<p>1. Ganha quem acertar à questão do dia. Se mais de uma pessoa acertar, ganha quem postar primeiro.</p>
<p>2. Quem ganhou fica automaticamente eliminado da próxima promoção.</p>
<p>3. O resultado será dado no site, 24h após o início da promoção. O vencedor será informado também por e-mail. O prêmio deverá ser adquirido no Cinearte Palace, sábado, dia 31, antes da sessão de encerramento. É indispensável a apresentação de documento de identidade.</p>
<p>4. Não é permitida a participação da equipe de organização do festival.</p>
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		<title>Mostra Nacional de quinta é discutida no Debate</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Durante toda a semana do Primeiro Plano, as Mostras Nacionais foram discutidas no dia seguinte de suas respectivas exibições, no&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante toda a semana do Primeiro Plano, as Mostras Nacionais foram discutidas no dia seguinte de suas respectivas exibições, no Debate que se organizava com os realizadores, no Mamm. O evento acontecia às 12h, logo após a Oficina de Crítica Cinematográfica, cujos integrantes ouviam o que os diretores falavam de seus próprios filmes.</p>
<p>Nesta quinta-feira, 29, a Mostra Nacional foi aberta comm o curta “Insano Jazz”, de Hélio Coelho. O personagem a música, cuja ilustração através da imagem direciona a narrativa do filme. Ou seria a música que percorre a trajetória das imagens? Para Alessandra Fonseca, estudante de artes, “a influência parece ter vindo de Kandinsky, numa comparação de cores à música. O artista fala que o jazz é amarelo.”A espectadora fala também de como “é interessante a fotografia associada ao ritmo da música.”</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1210" title="Quinta Feira-21" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-21-150x150.jpg" alt="Quinta Feira-21" width="150" height="150" />“Minha Tia, Meu Primo”, de Douglas Soares, foi considerado, ao ser debatido pelos integrantes da Oficina de Crítica, um registro informal da protagonista, que é o grande destaque do filme. O diretor esteve presente no Festival e conta que o curta surgiu do interesse em fazer um documentário sobre 3 pessoas da família: a avó e suas irmãs. Soares chama a atenção para a auto-ironia e humor da protagonista, que diverte a plateia. “Sempre escutei muita coisa legal sobre o filme que eu nunca havia percebido. E isso é muito interessante num festival.”</p>
<div id="attachment_1211" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1211" title="Quinta Feira-22" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-22-150x150.jpg" alt="Lígia Gabarra, diretora de &quot;Os Últimos Momentos Pra Você Ser O Que Eu Quiser&quot;" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Lígia Gabarra, diretora de &quot;Os Últimos Momentos Pra Você Ser O Que Eu Quiser&quot;</p></div>
<p>“Os últimos momentos pra você ser o que eu quiser”, de Lígia Gabarra, “é resultado de muita observação de setting e de como a produção se realizava”, como afirma a diretora. No debate, o filme foi considerado de influência pop. Lígia contou que a idéia surgiu de como as pessoas esperam por outras e o constrangimento do encontro depois de uma longa espera. “Eu sempre recebi muita crítica de que ele é fofo e isso me deixa constrangida”, confessa Lígia. Sobre a polêmica que a norteou desde o início da faculdade de cinema, ela diz:  “Eu fiz a voz off a partir do momento que eu entendi o problema da voz off. Mas eu acho que meu filme funciona com a voz off”.</p>
<div id="attachment_1212" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1212" title="Quinta Feira-17" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-17-150x150.jpg" alt="Igor Moura, diretor de &quot;Parasara&quot; " width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Igor Moura, diretor de &quot;Parasara&quot; </p></div>
<p>“Parasara”, de Igor Moura, tem um formato diferencial, por usar a técnica chamada rotoscopia _ redesenha-se os frames do vídeo, resultando numa animação. “Eu estou feliz de estar aqui para apresentar meu filme que deu muito trabalho”, diz o diretor. Desde escrever o roteiro até finalizar foram três anos de trabalho. “Eu coloco pistas, mas cada objeto de cena e cada persongaem representa algo mais que não é só aquilo que se está vendo”, explica o diretor, que fala também da necessidade de sugerir uma interpretação aberta devido à subetividade da arte.  O nome do filme é o mesmo de um guri indiano que ajudou uma menina a atravessar o rio. Um título tão diferente quanto o próprio curta.</p>
<div id="attachment_1213" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1213" title="Quinta Feira-24" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-24-150x150.jpg" alt="Clarissa Cardoso, diretora de &quot;Ana Beatriz&quot; " width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Clarissa Cardoso, diretora de &quot;Ana Beatriz&quot; </p></div>
<p>“Ana Beatriz”, de Clarissa Cardoso, é baseado num conto de Juliano Cazarré. O filme é digital e foi finalizado em 35mm, através do financiamento do fundo de apoio à cultura de Brasília. Este é o primeiro filme de Clarissa como diretora e já ganhou um prêmio de melhor roteiro e foi exibido na Espanha duas vezes. Assim como o curta “Parasara”, “Ana Beatriz” tem uma estética diferenciada:“A ideia das fotografias veio quando li o conto. A maneira como ele descreve é fragmentada.” O conto me vinha com varias imagens na cabeça”, conta a diretora.</p>
<div id="attachment_1214" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1214" title="Quinta Feira-19" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-19-150x150.jpg" alt="André Mielnik, diretor de &quot;Sobe, Sofia&quot;" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">André Mielnik, diretor de &quot;Sobe, Sofia&quot;</p></div>
<p>“Sobe, Sofia”, de André Mielnik, se destacou com uma fotografia bem trabalhada, uma sutileza nas imagens, uma melancolia que se arrasta ao longo do filme e um simbolismo sutil e inteligente. O diretor define o tema como uma “solidão compartilhada, a gente está ao lado de alguém que não podemos considerar uma companhia, é apenas um espaço ocupado”. Para Mielnik, a solidão é um “descontentamento que gera produção intelectual intensa, que é só sua.” O filme é de alta qualidade e teve um apoio financeiro da PUC, onde o diretor realizou seu curso de cinema. Sobre o Primeiro Plano, o diretor afirma: “Eu acho que deveria ter outros festivais como este, para incentivar a produção de iniciantes”.</p>
<p>“3.33”, de Flávio Pereira foi rodado em 16 e finalizado digitalmente. Tem o intuito de mergulhar no estado mental da pessoa que tem bipolar. As imagens poéticas pretendem traduzir a confusão mental de quem tem transtorno bipolar, no caso do filme, a  protagonista. A intenção do diretor é aproximar o espectador da angustia da personagem, não tem a pretensão de explicar a doença.<img class="alignright size-thumbnail wp-image-1215" title="Quinta Feira-18" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-18-150x150.jpg" alt="Quinta Feira-18" width="150" height="150" /></p>
<p>No Debate, de sexta-feira, 30, estiveram presentes os diretores dos curtas nacionais. A plateia foi formada pelos jurados da Competitiva Nacional, jovens e participantes da Oficina de Crítica Cinematográfica. O jurado René Guerra fala sobre o curta “Os últimos momentos pra você ser o que eu quiser” e “Ana Beatriz”: “A voz over acaba dialogando com um tipo de estética mais pop e adolescente”. Sobre os mesmos filmes, o produtor Cavi Borges fala que consegue enxergar o filme como um espelho das diretoras, pela feminilidade no tratamento. Para a jurada Rosângela Sodré, o debate é muito importante para entender a visão do diretor sobre sua própria arte.</p>
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		<title>Sala de cinema fica lotada na Mostra Regional</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na quarta-feira, 28, a Mostra Regional, sessão do Primeiro Plano que valoriza a arte cinematográfica local e iniciante, contou com&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na quarta-feira, 28, a Mostra Regional, sessão do Primeiro Plano que valoriza a arte cinematográfica local e iniciante, contou com a exibição de seis curtas, dentre estes:</p>
<div id="attachment_1205" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1205" title="Quarta feira-32" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quarta-feira-32-300x225.jpg" alt="Representantes dos curtas da Mostra Regional de quarta-feira" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Representantes dos curtas da Mostra Regional de quarta-feira</p></div>
<p>“Arthur Arcuri – Arquitetura e Arte”, de Emmanuelle Dias Vaccarini e Adriano Medeiros, documentário sobre o arquiteto juizforano;</p>
<p>“Dnar – Pelos Caminhos da Arte”, de Éveli Xavier, documentário sobre o artista plástico mineiro;</p>
<p>“Recria – Residência Criativa do Audiovisual”, feito por uma grande equipe em Cataguases, consiste numa série de vídeos experimentais a partir das estétivas barroca, modernista e contemporânea;</p>
<p>e “Alma Seca”, de Bruno dos Santos, clipe em preto e branco da Banda Híbrida, que trata do êxodo rural.</p>
<p>“Cor”, de Adriana Barata, revela um olhar pessoal sob a artista plástica Edna Rezende. Como a própria diretora diz, o personagem principal é a presença da ausência de Edna, ou seja, busca-se revelar a artista através de sua ausência. É um filme profundo que, assim como a arte de Edna, pretende ser impactante.</p>
<p>“Mulheres em movimento”, de Bruna Provazi e Marília Xavier de Lima, integra um projeto maior da dupla, que é tanto o festival Mulheres no Volante quanto outras produções cinematográficas que ambas já realizaram sobre o feminismo. Este curta tem como tema a mulher e a música a partir do festival “Mulheres no Volante”</p>
<p>Na quinta-feira, a sala de exibição ficou lotada na última sessão da Mostra Competitiva Regional 2009.  Como não havia mais lugares, os espectadores que chegavam atrasados assistiam ao filme em pé ou sentados no chão da sala.</p>
<div id="attachment_1207" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1207" title="Quinta Feira-9" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-9-300x225.jpg" alt="Representantes dos curtas da Mostra Regional de quinta-feira" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Representantes dos curtas da Mostra Regional de quinta-feira</p></div>
<p>“O lixo e a Sobrevivência”, de Marlan Kling, abriu a Mostra Competitiva Regional, escancarando uma fria realidade com a qual nos deparamos diariamente. O elenco é formado por pessoas que, como afirma os diretores, tratamos como invisíveis: os catadores de lixo e papel. O filme “partiu de um preconceito meu e da Carol” (roteirista e companheira de produção), conta Kling. O curta contém diversos depoimentos dos catadores, que falam com simplicidade como sentem diante da sociedade.</p>
<p>“Soluço”, de Luiz Felipe Lucas e Rafel Aguiar, foi rodado em 8 dias e é o primeiro filme dos diretores. A história toda circunda a presença do objeto “óculos”, que se torna um talismã para a personagem. Muitos amigos dos realizadores prestigiaram a exibição. O curta foi considerado complexo e subjetivo por alguns espectadores.</p>
<p>“Pé na Estrada”, de Teo Pasquini e Lorena Matheus, conta a história de três personagens: Érika, Rosi e Cida. “A gente se divertiu muito fazendo”, conta Lorena. Espectadores acharam o filme muito bom e engraçado, o que prova que o conceito foi claro e bem trabalhado, já que os diretores se propuseram a realizar um “documentário que relata de forma bem humarada o universo das excursões populares.”</p>
<p>“Viagem”, de Fellype Alberto, é uma adaptação do conto de Clarice Lispector “Viagem a Petrópolis”. Como os temas preferidos da autora, o curta trata dos limites entre o “eu” e o “outro” e o relacionamento humano . Este curta é mais um exemplo no Primeiro Plano do diálogo entre as artes, neste caso, cinematográfica e literária.</p>
<p>“Condenado”, de Rodrigo Mangal, demorou três anos pra ficar pronto e esta foi a primeira exibição em público. Mangal caracteriza o resultado de sua produção como uma “viagem alucinada atrás de resposta”.</p>
<p>&#8220;Perseguição&#8221;, de Eduardo Malvacini e Carolina Caniato, tem um significado aberto. Como diz Carolina, o espectador decide quem está sendo perseguido e por quê e revela: &#8220;a gente sempre se surpreendeu com a reação do público&#8221;, que foi positiva, assim como os demais curtas exibidos na tarde. Espectadores elogiaram a fotografia e a iluminação, ao considerarem a imagem muito bem tratada. Os diretores ganharam o prêmio&#8221;José Sette&#8221;, em 2008, no Festival, com o curta &#8220;Tornado&#8221;. Malvacini conta que o Primeiro Plano foi o incentivo inicial para que ele começasse a produzir vídeo. &#8220;Tudo o que a gente grava, hoje, a gente pensa em inscrever no Primeiro Plano&#8221;, ele revela.</p>
<div id="attachment_1206" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1206" title="Quinta Feira-2" src="http://www.primeiroplano.art.br/wp-content/uploads/2009/10/Quinta-Feira-2-300x225.jpg" alt="Zuleika, Guilherme e Paula, de &quot;Humulus, o mudo&quot;" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Zuleika, Guilherme e Paula, de &quot;Humulus, o mudo&quot;</p></div>
<p>“Humulus”, o mudo”, de Guilherme Rezende, tem roteiro original da estudante Paula Duarte, que conta a história de alguém que só pode falar uma palavra por dia. “A gente compensou nossa falta de experiência, com muita vontade de fazer”,  diz Paula, sobre o primeiro filme da equipe.</p>
<p>Encerrou-se, nesta quinta, 29, a Mostra Competitiva Regional. Os diretores iniciantes aguardam com expectativa o encerramento do Festival, no sábado, 31, onde vão concorrer aos prêmios Darcy Ribeiro, Terceira Margem e Incentivo Primeiro Plano 2. Durante o encerramento, serão sorteadas camisetas, dentre outros brindes, ao público.</p>
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		<title>Promoção Primeiro Plano 3</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 01:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Participe da Promoção Primeiro Plano, respondendo à seguinte pergunta:</p>
<p style="font-size: 14px; color: #c52727;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong></strong><strong style="font-size: 16px;">- Qual a importância do Primeiro Plano para o cinema e a  cultura&#8230;</strong></span></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participe da Promoção Primeiro Plano, respondendo à seguinte pergunta:</p>
<p style="font-size: 14px; color: #c52727;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong><strong style="font-size: 16px;">- Qual a importância do Primeiro Plano para o cinema e a  cultura de Juiz de Fora? Responda em apenas uma frase.</strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong></strong></span>O autor da frase mais criativa ganhará um kit do festival, composto de DVD, camiseta, bolsa, ímã de 2009, ímã com a logo do Festival, chaveiro, e catálogo.<strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span></strong></strong></p>
<p>Regulamento:</p>
<p>1. Ganha quem acertar à questão do dia. Se mais de uma pessoa acertar, ganha quem postar primeiro.</p>
<p>2. Quem ganhou fica automaticamente eliminado da próxima promoção.</p>
<p>3. O resultado será dado no site, 24h após o início da promoção. O vencedor será informado também por e-mail. O prêmio deverá ser adquirido no Cinearte Palace, sábado, dia 31, antes da sessão de encerramento. É indispensável a apresentação de documento de identidade.</p>
<p>4. Não é permitida a participação da equipe de organização do festival.</p>
]]></content:encoded>
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